Foi demitido e ficou aquela pulga atrás da orelha?
Talvez você tenha direitos que ninguém conferiu na sua rescisão — e dá pra descobrir hoje, de graça.
A maioria dos trabalhadores vai embora sem nunca conferir se a rescisão saiu certa — e é aí que o dinheiro pode ficar pra trás. Aqui não tem promessa mágica: a equipe do Dr. Paulo Luciano ouve a sua história, verifica ponto a ponto sem você pagar nada e te diz, sem juridiquês, o que dá ou não dá pra buscar. Se não houver nada, a gente fala isso também.
Quem olha o seu caso é a equipe do Dr. Paulo Luciano (OAB/MG 92.746), há mais de 24 anos do lado de quem trabalha.
Leva menos de 2 minutos. A equipe te chama no seu WhatsApp e faz algumas perguntas pra entender o caso. Não custa nada e você decide o que fazer depois.
+24 anos de atuação 2 escritórios físicos Atendimento em todo o Brasil
Quem está do seu lado
Não é promessa. É estrada.
+24
anos de atuação em Direito
2
escritórios físicos Lavras e Varginha/MG
100%
atendimento em todo o Brasil
R$ 0
para verificar o seu caso
Atrás de cada número há gente que aguentou demais e cobrou de menos. Nós existimos para o outro lado dessa história: o lado de quem trabalha.
Se você se reconhece aqui
Aquela desconfiança não era paranoia. Era instinto.
Você acordou cedo a vida inteira. Cumpriu, aguentou chefe, segurou a barra, fez o que tinha que ser feito. Aí, no fim, te entregaram um papel, mandaram assinar e disseram que "tava tudo certo".
E ficou aquela sensação esquisita no estômago. Aquela conta que não fecha na cabeça. Você pensou "será que é só impressão minha?" — e seguiu a vida, porque achou que "não ia dar em nada", porque teve medo de mexer com a empresa, ou porque ninguém nunca te explicou direito o que era seu.
Não foi burrice sua. O sistema é feito pra você não conferir. A empresa tinha contador, advogado, departamento pessoal — e você tinha só a sua palavra e o seu cansaço. O que não é natural é deixar o que é seu ficar pra trás sem nem verificar.
Foi mandado embora e tem a impressão de que as contas da rescisão vieram "redondas demais" — ou curtas demais.
Trabalhou sem carteira assinada e te convenceram de que, por isso, "você não tem direito a nada". (Mentira.)
Fazia hora extra que nunca caiu na conta, ou nunca teve o intervalo que a lei te garante.
Foi pressionado a "pedir demissão" ou empurrado pra um "acordo" que você nem entendeu direito.
Trabalhou no insalubre, no perigoso ou na madrugada por anos e nunca viu a cor de um adicional.
Sofreu acidente ou ficou doente por causa do trabalho — e ninguém te explicou seus direitos.
O FGTS sumiu, atrasou, ou você nem sabe se algum dia foi depositado de verdade.
Se você balançou a cabeça pra qualquer uma delas, pare de adivinhar. A verificação é gratuita e existe pra isso — e pra te dar uma resposta clara, seja ela qual for.
Quem trabalhou tem o direito de saber o que é seu. Conferir não é briga — é justiça.
Educativo
O que a empresa torce pra você nunca conferir
Esta lista é informativa. Cada caso é único — e só uma análise da SUA história mostra o que de fato se aplica a você. Pode ser que se aplique muita coisa. Pode ser que pouca. A única forma de saber é olhando o seu caso.
1. Verbas rescisórias
Saldo de salário, aviso prévio, férias (inclusive proporcionais) com o terço, 13º proporcional e mais parcelas conforme o motivo da saída. Essa conta pode sair incompleta — e quase ninguém confere. Dá pra checar linha por linha.
2. Hora extra e intervalo
Toda hora trabalhada além da jornada tem que ser paga com adicional. O intervalo de descanso e refeição é direito seu, não favor. Quando vira rotina e não é pago, pode virar uma bola de neve ao longo de todo o contrato.
3. FGTS
Todo mês o empregador é obrigado a depositar. Falha, atraso e depósito que nunca aconteceu são mais comuns do que parece. Você pode estar com FGTS faltando agora e nem saber. Vale conferir.
4. Adicional noturno, insalubridade e periculosidade
Quem trabalha na madrugada, exposto a coisa que faz mal à saúde ou em atividade de risco pode ter direito a um adicional. Tem gente que passou anos nessas condições sem nunca verificar.
5. Trabalho sem carteira
Te disseram que "sem registro não tem direito"? Errado. A falta de carteira NÃO apaga os seus direitos. Se você tinha horário, recebia e respondia a alguém — pode ter havido vínculo, e ele pode ser reconhecido. Inclusive com testemunha.
6. Acidente e doença do trabalho
Quem sofreu acidente no serviço ou desenvolveu doença por causa do trabalho pode ter direitos específicos — estabilidade, indenizações, entre outros. É terreno técnico, e por isso vale uma conversa séria, sem achismo.
7. Indenização por dano: constrangimento, humilhação e cobrança abusiva podem, conforme o caso, gerar direito a reparação. Aquilo que você "engoliu calado" pode ter um peso jurídico que você nunca imaginou.
Aqui ninguém promete resultado. A lei proíbe, a ética proíbe. O que a gente entrega é a verdade do seu caso — pra você decidir.
— Posicionamento do escritório, Prov. 205/2021 OAB
Quem vai cuidar do seu caso
Quem vai abrir a sua história — e por que a conversa vale o seu tempo
Dr. Paulo Luciano
OAB/MG 92.746
Paulo Luciano Consultoria Jurídica são mais de 24 anos dedicados ao Direito, com dois escritórios físicos — em Lavras e em Varginha, Minas Gerais — e clientes atendidos em todo o Brasil, presencialmente ou por videochamada.
Todos os dias chega aqui gente que achava que "já era", que "tinha perdido o prazo", que "não valia a pena". Nós existimos para o lado de quem trabalha.
E vamos ser diretos: aqui ninguém promete resultado. O que a gente entrega é uma leitura clara, técnica e honesta da sua situação, pra que VOCÊ decida o próximo passo com a informação na mão.
+24 anos de experiência em Direito
Dois escritórios físicos: Lavras/MG e Varginha/MG
Atendimento em todo o Brasil (presencial e online)
Linguagem de gente, sem juridiquês
Verificação honesta: se não houver caso, a gente também diz
Nome, WhatsApp e a sua situação. Só isso pra começar. Menos tempo do que você levou lendo até aqui — menos de 2 minutos.
2
A equipe te chama no WhatsApp
A gente não manda um robô genérico e some. Uma pessoa da equipe te chama e faz perguntas simples — quanto tempo você trabalhou, como foi a saída, se tinha registro, como era a jornada. É conversa, não interrogatório.
3
Você recebe a real
A gente te explica em português claro o que encontrou: o que pode ter direito a buscar, o que não, e os caminhos. Se o caso for forte, a gente fala. Se for fraco, também. A decisão é 100% sua.
Uma coisa só: quando a equipe te chamar no WhatsApp, responda. As perguntas existem pra te ajudar — sem elas, a gente não consegue te dar uma resposta certeira. Bastam 5 minutos da sua atenção pra você sair da dúvida de vez.
Não. A análise inicial do seu caso é gratuita e sem compromisso. Você não tira nada do bolso pra descobrir o que pode estar faltando no seu. Só decide algo depois de entender a sua situação — se quiser.
Vão me fazer um monte de pergunta no WhatsApp?
Algumas, sim — e é de propósito. São perguntas simples sobre o seu trabalho e a sua saída, e elas existem porque é impossível dar uma resposta séria sem entender o seu caso. Quem promete análise "sem perguntar nada" está chutando. Quanto mais você contar, mais certeira é a resposta.
Tenho prazo para reclamar?
Sim. E aqui mora a urgência de verdade: na Justiça do Trabalho, em regra, você tem até 2 anos depois de sair do emprego para entrar com a ação — e dentro dela só dá pra cobrar os direitos dos últimos 5 anos de contrato. O relógio está correndo. Cada mês parado é um pedaço do que pode ser seu que pode prescrever. Não é marketing. É a lei.
Não guardei meus documentos. Perdi a chance?
Não. Ajuda ter o que você tiver à mão (carteira, contracheque, rescisão, conversas), mas não é obrigatório ter tudo. Existem várias formas de comprovar o que aconteceu — inclusive testemunhas. Na conversa, a gente te diz exatamente o que dá pra reunir.
Trabalhei sem carteira. Mesmo assim tenho direito?
Pode ter — e não deixe ninguém te convencer do contrário. A falta de registro não tira automaticamente os seus direitos. Se a relação de trabalho existiu de verdade, dá pra buscar o reconhecimento na Justiça. É mais comum do que te fizeram acreditar.
Já saí da empresa faz um tempo. Ainda dá pra fazer alguma coisa?
Talvez sim, talvez não — e isso depende exatamente daquele prazo de 2 anos. Por isso não dá pra empurrar com a barriga: numa conversa rápida a gente verifica agora se o seu caso ainda está dentro do prazo.
Vou ser obrigado a entrar com processo?
De jeito nenhum. A verificação serve pra você entender e decidir. Nem todo caso vira processo, e existem caminhos diferentes. Quem manda aqui é você.
E se eu não fizer nada?
Aí o tempo decide por você. E o tempo, nesse jogo, costuma jogar pro lado da empresa.
Verificar o que é seu não custa nada. Continuar no escuro pode custar o prazo.
Cada dia que passa, o prazo de 2 anos corre mais perto do fim — e com ele pode ir embora o direito de cobrar o que você suou pra ganhar. Você não precisa decidir nada hoje. Precisa só dar o único passo que não pode mais esperar: descobrir, de uma vez, o que é seu por direito.
A equipe te ouve, faz algumas perguntas, abre o seu caso e te conta a verdade — com respeito, sem juridiquês, sem te empurrar nada. Inclusive se a resposta for "não há nada a fazer": melhor saber agora.
Análise sem custo e sem compromisso · Atendimento em todo o Brasil · Não deixe o prazo decidir por você.
Pronto! Agora é com a gente. ✅
A equipe do escritório Paulo Luciano Consultoria Jurídica já recebeu seus dados. Em instantes vamos te chamar no WhatsApp que você informou pra entender melhor o seu caso.
Uma pessoa da nossa equipe vai te mandar uma mensagem em poucos minutos.
Ela vai te fazer algumas perguntas simples sobre o seu trabalho e a sua saída.
Com base nas suas respostas, a gente te diz com honestidade o que dá ou não dá pra buscar.
👉 Um pedido só, e é importante: quando a mensagem chegar, responda. É rapidinho, e sem as suas respostas a gente não consegue te dar um retorno certeiro. Já abre o WhatsApp e fica de olho.